sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Seis escritores opinam sobre as revoltas em curso no mundo árabe

Nem todos estão otimistas sobre o futuro das revoluções em curso, mas os seis escritores que se pronunciam a seguir ressaltam em uníssono que o mundo árabe está vivendo acontecimentos históricos no norte da África.
Boualem Sansal (escritor argelino)
Sou pessimista
De um confim ao outro, o mundo árabe se encontra em um estado de efervescência que chegou a níveis críticos ou os ultrapassou, como na Tunísia e no Egito, onde reina uma situação revolucionária patente.
Essa evolução, que muitos pressentiam, é o resultado da decadência extrema em que se encontram esses países há muito tempo, sob o olhar fascinado, indiferente ou cúmplice dos governos ocidentais. De um lado temos regimes desgastados pela idade, a doença e o vício, mas capazes de uma grande violência, e de outro populações pisoteadas que se debatem na miséria.
Entre os dois, um vazio espantoso que foi ocupado pouco a pouco pelos islâmicos e por organizações mafiosas (ligadas ao poder dos islâmicos) que prometem o paraíso. Os partidos de oposição democrática tolerados proporcionam a fachada democrática das ditaduras, e os rebeldes foram obrigados a exilar-se na Europa.
No que me diz respeito, sou pessimista: sem uma sociedade civil organizada e decidida, sem o apoio ativo dos democratas de todo o mundo, os poderes atuais e os islâmicos vão se aproveitar da ira da população e apoderar-se da aposta. O clã dos ditadores e a internacional islâmica vão se mobilizar para vencer e se impor à população, e dessa vez os islâmicos estarão no primeiro plano. É por isso que devemos absolutamente ganhar esta batalha. O assunto não é somente um assunto árabe, é mundial.
Mahi Binebine (escritor marroquino)
"Hogra"
A palavra "hogra" é intraduzível para as línguas românicas. É um sentimento que conjuga o desprezo e a arrogância do dominador com a impotência temerosa do dominado. Um sentimento ancestral herdado do feudalismo e que o período colonial não fez outra coisa além de reforçar.
Os colonos nos cravaram uma faca nas costas, e ao partir só levaram o punho, substituído em seguida por outro, o das presidências monárquicas, o dos clãs, o das máfias sanguinárias que continuaram chupando com deleite o sangue dos anêmicos sob o olhar cúmplice de um Ocidente que, ao mesmo tempo que cantava o hino da democracia e dos direitos humanos, continuava apoiando por interesse esses regimes que negavam as liberdades elementares.
No passado, a guerra denominada "fria" provocou a miopia complacente; hoje é o fantasma do perigo islâmico que domina e atormenta as boas consciências. "Hogra" é um sentimento que também inclui a sede de justiça. Os regimes de fachada já não podem toldar os olhares fixos sobre a sorte dos palestinos em Gaza e em outros lugares. A população tunisiana, a qual nós, magrebinos presunçosos, qualificamos de covarde e sem personalidade, nos mostrou o caminho. O Egito está prestes a seguir seus passos. E outros inevitavelmente seguirão esse caminho.
Um mundo globalizado não tem só inconvenientes. A rebelião popular da Tunísia já mudou o sentido da história! Quem entre nós teria imaginado ver em tão breve prazo o final do medo e a rejeição radical da injustiça e da humilhação? Porque estou convencido de que, mais que uma revolta socioeconômica, é uma sublevação a favor do respeito e pelo fim da injustiça, é uma aposta na dignidade, no respeito e na liberdade, contra a "hogra".
Habib Selmi (escritor tunisiano)
Revolução da Dignidade
A Revolução dos Jasmins na Tunísia (eu prefiro chamá-la de Revolução da Dignidade) é um acontecimento sem precedentes. Surpreendeu todo mundo, incluindo os políticos da oposição e intelectuais, o que demonstra, se é que havia necessidade de demonstrá-lo, como a elite está afastada da população, sobretudo a dessas regiões distantes como Sidi Bouzid ou Kasserine, de onde partiu essa revolução. O que aconteceu na Tunísia e no Egito, e pode ser que aconteça muito em breve na Argélia, prova que os árabes, ao contrário de tudo o que se diz no Ocidente com uma certeza tingida de certa arrogância, sentem um profundo apego pela liberdade e a democracia.
Na minha opinião, três fatores contribuíram para que a revolução na Tunísia fosse possível. O mais importante é a juventude tunisiana, que desencadeou essa revolução e pagou um alto preço (a grande maioria dos assassinados pela polícia e as milícias armadas do antigo regime são jovens). A Tunísia é o país do Magreb com o índice de alfabetização mais alto. O segundo fator é a existência de uma classe média, em contraste com o que ocorre na maioria dos países árabes. O último fator reside no lugar tão importante - em comparação com os demais países árabes - que a mulher ocupa na Tunísia. Sei que o caminho ainda é longo até que a Tunísia se converta em um verdadeiro país democrático, mas sou bastante otimista, e como não ser, depois de tudo o que esse pequeno país nos demonstrou.
Omar El Keddi (escritor líbio)
Emigrar para o mundo virtual
A grande semelhança das revoltas tunisiana e egípcia confirma que vamos contemplar outras mais nos países árabes, que às vezes terão perfis diferentes, conforme a natureza das populações e a estrutura de seus sistemas políticos.
Os elementos mais importantes para conseguir que qualquer revolta triunfe são os seguintes:
1 - Um número consistente de jovens ativistas nas redes sociais, como Facebook e Twitter, incluindo blogueiros como os que informaram sobre as torturas nas delegacias egípcias.
2 - Suficientes organizações da sociedade civil, porque constituem um requisito para poder negociar com o regime e fazer parte de um novo governo.
3 - Ter certeza de que o exército está senão a favor da população, como na Tunísia, pelo menos não a favor do regime, como no Egito.
Os jovens árabes tinham várias opções:
Emigrar legal ou ilegalmente para o Ocidente.
Emigrar para o Afeganistão, Iraque, Iêmen ou Somália e lutar ali.
Imigrar para a corrupção e pisar na população de seu próprio país.
Emigrar para um mundo virtual. Este último foi exatamente o que fizeram. Ali encontraram um mundo agradável, onde podem criar as coisas que acontecem e as notícias, onde se expressam com liberdade, mesmo que sejam ateus ou homossexuais.
Esse mundo lhes dá a coragem de que necessitam para mudar o mundo real. Como não têm experiência política, não são capazes de transformar sua revolta em uma revolução completa. No entanto, agora descobriram sua força e provavelmente entrarão na política, como os estudantes europeus de 1968.
Com certeza esses jovens transmitirão sua esperança a suas populações, o que quer dizer que não só acabarão com as ditaduras como também com o fundamentalismo islâmico. Entretanto, se lhes roubarem sua revolta haverá uma nova onda de terrorismo no estilo das Brigadas Vermelhas ou do Exército Vermelho alemão.
A democracia agita o mundo árabe, mas teremos de esperar pelo menos 15 anos para vê-las funcionar ativamente, como ocorreu na América Latina.
Na Líbia não existe suficiente sociedade civil, nem partidos políticos e não há Constituição desde 1969. Por outro lado, há suficiente ativismo na Internet e o exército é demasiado frágil para se comparar com as brigadas de segurança do regime. O Estado tem muito dinheiro para resolver qualquer problema e comprar as vontades das tribos. Creio que a menos que trabalhemos para resolver esses problemas veremos muitas revoltas, mas sem resultados positivos.
Gana Nouri (escritor tunisiano)
O terreno está fértil
Em 14 de janeiro, os protestos maciços na Tunísia obrigaram Ben Ali a fugir para a Arábia Saudita. Hoje o país é dirigido por um governo de coalizão e serão realizadas eleições dentro de seis meses. A revolução tunisiana iniciou um processo irreversível de democratização em todo o mundo árabe, exemplificado pelo que está acontecendo no Egito.
Todos os árabes têm tantos desejos de mudança quanto os tunisianos ou os egípcios, mas cada revolução tem seu momento, seu contexto e suas causas específicas. É difícil prever em que outro lugar do mundo árabe haverá uma próxima revolução, mas é fácil afirmar que o terreno está fértil para que ocorra em qualquer lugar e a qualquer momento. Para mim é um motivo de regozijo esse grande passo adiante, esse sentimento de esperança e a possibilidade, depois de décadas de decadência árabe; e esta é a última conquista da revolução tunisiana.
Mas o caminho a seguir ainda é árduo, como demonstra o caso tunisiano. Não serão só as eleições que garantirão a saúde da democracia, senão a prática cotidiana da democracia exercida pelo povo. Mais que nunca, a Tunísia necessitará de toda a assistência e ajuda da comunidade internacional e da ONU para superar o delicado período posterior a essa revolução popular.
Ahmad Jamani (poeta egípcio)
Os jovens querem uma mudança radical
O que está acontecendo hoje no Egito é, na minha opinião, algo totalmente novo; desde a revolta egípcia de 1919 contra a ocupação inglesa não houve qualquer outra revolução popular com a intensidade da atual. Alguns já a chamam de "maio de 68 árabe". Jovens modernos chamados de "os do Facebook", a maioria dos quais carece de filiação política, decidiram começar a revolta em 25 de janeiro, dia nacional da polícia egípcia, o que se transformou em um símbolo contra a violência e a tortura. Decidem e conseguem, levando a centelha tunisiana para um país que tem tanta dificuldade para se mover e de grande importância tanto geopolítica quanto demográfica.
Jovens que sentiram a necessidade de uma mudança radical em todos os níveis. Escutamos um legítimo grito comum de um povo depois de 30 anos de brutal ditadura contra um Estado policial no qual reinava a lei de emergência: "O povo quer derrubar o regime!" Aconteça o que acontecer, a mudança já está aqui.
Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

30 comentários:

  1. Professoe esse blog é muito massa...
    vlw

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  2. Esse assunto está sendo muito citado ultimamente, e o bom é que é mais uma pais "livre" podemos dizer.

    Prof adorei o Blog *---*

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  3. Os acontecimentos no mundo árabe, que estão chamando a atenção de todos nos últimos tempos é concerteza a realização de um dos períodos de transição mais convictos e coerentes com os ideais de liberdade e progresso,que a tanto tempo vinham sendo plantados dentro da sociedade.
    De fato,o povo árabe demonstra ter acordado para uma realidade firme e consciente,onde a indiferença e a alienação ficaram para trás,como uma resposta para todas as dificuldades e manipulações existentes durante todo o período.
    Ser pessimista ou ter grandes expectativas em relação as grandes mudanças que já vieram e ainda virão para o mundo árabe é acreditar que mesmo diante de um longo processo é possível obter direitos próprios e uma liberdade de ideais que visam a democracia e o crescimento social .
    Ass.: Emilly Paranhos.

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  4. A diferencia do mundo Árabe para a Revolução Russa, é que no mundo Árabe os manifestante das revoltas queriam as suas liberdades, por que ja fazia 30 nos que um presidente comandava o iraque.Na Revolução Russa, a sociedade reclamava de falta das economias dos Camponeses, isso vez surgir uma grande greve no país, tambem a Rússia entrou no seculo XX atrazada na política e economia, por isso a Russia saiu da Triplice Entente, para poder organizar sua política.Em 1903, no II Congresso do partido social democrata russo, divide-se em dois grupos:MENCHEVIQUES e BONCHEVIQUES(maioria e menoria).Em 1905 a Rússia entra em guerra contra o Japão, disputindo sobre a CORÉIA e parte da MANCHÚRIA.O Czar nicolau II, esperava derrotar o Japão e apliar o vasto controle russo sobre o Oriente.Uma grande multidão se derigiu ao palácio, e o Czar viu pensando que iriam o atacar ao palaciu, pos mandou soldados para mata-los, isso se deu nome de DOMINGO SANGRENTO.Lenin,líder dos bolcheviquis, retornou ao exílio e passou a derigir a posição ao governo Provisório.Em 7 de novembro, os bolchevequis destibuíram o governo Provisório e assumiram o poder, tendo à frente LENIN.

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  5. Os acontecimentos da revolução Russa foi um grande confronto e no mundo Árabe as pessoa querem qu ele saia do poder e na revolução russa as pessoas so queriam melhorias no trabalho mas o Czar II achou quando os trabalhadores vindo para palácio então ele achou que eles iriam atacar-lós então ele mandou mata-lós ou Expulsa-los a balas com isso os soldados mataram mais de 1000 pessoas e o chao que era so neve tinha sido manchado com sangue por isso esse dia foi chamado de DOMINGO SANGRENTO.
    Por isso os soldados foram adotando aos BONCHEVIQUES e o outro partido eram os MENCHEVIQUES que era a classe burguesa Lenin depois de seu exilio de 3 anos e passou a comandar os BONCHEVIQUES e depois foi declarado que Czar deveria renunsiar o poder então lenin tomou o poder.

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  6. Na revolção Russa as pessoas (Trabalhadores , soldados) queriam derrubar o Czar , para estabelecer em seu lugar uma república de cunho liberal.
    E os árabe eles querian tirar o seu presidente , porque eles não estavam satisfeito com seu mandato
    Mas um ponto que eu achei semelhante entre a revolução russa e a do mundo árabe é a revolta com seu "Presidente / Rei "

    Aluno :Anderson dos santos Araujo(9º " B " )

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  7. O que motiva a agitação em alguns países árabes são razoes puramente econômicas. O povo árabe demonstra ter acordado para uma realidade, eles queriam tirar o seu presidente , por não estar satisfeito com o seu mandato.O que o povo egípcio quer é a garantia de sua soberania para definir seu próprio destino. E o que a comunidade internacional deveria fazer, incluindo o Brasil, é apoiar este processo. Uma mudança na região é possível e bem vinda se os líderes ocidentais supostamente defensores da democracia, cúmplices dos problemas econômicos, sociais e políticos.

    A Revolta do mundo árabe,e semelhante a revolução Russa,por ter o mesmo objetivo tirar seu presidente do poder.

    Aluna : Alice Bernardo de Araújo (9° ano "B")

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  8. Bom... Esses escritores relatam os fatos que aconteceram nos ultimos tempos no árabe. Mas são problemas que acontece em todo mundo, por mais que eles tentem achar uma solução para resolver esses problemas não vão conseguir sozinhos, pois precisa da população, dos governates.

    Aluno: Pedro Henrique de Oliveira Nunes
    9º ano "B"

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  9. Bom .. a rovoluçao russa e oque esta se passando com o povo árabe , tem semelhança sim , por que cada qual , queria uma mudança .
    Essa mudança que a russia queria era o aumento de benificio a sociedade , e no povo árabe, é que eles queriam que o presidente deixasse o poder , para também ter uma melhoria .

    By : Patrick Hernandes 9° ano A !

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  10. VOU COMEÇAR ESSE TEXTO FALANDO SOBRE A OPINIÃO DOS SEIS ESCRITORES.

    1- O MUNDO ÁRABE VIIVA EM DECADÊNCIA POR CAUSA DO AUTO REGIME QUE ATUAVA SOBRE SUAS CABEÇAS E SEUS CORPOS, INPEDINDO DE FAZER QUALQUER COISA QUE ELES QUISESEM.
    2- OS COLONOS ENFIAVAM A FACA NAS COSTAS DOS TRABALHADORES SE ELES AMEAÇASEM FAZER O QUE QUIZER SEM A PERMISSÃO DOS GOVERNANTES QUE AGIAM SOBRE O MUNDO DELES.
    3- ACONTECEU A "REVOLUÇAÕ DA DIGNIDADE" QUE ERAM QUE ELES QUERIAM SER LIVRES SOBRE QUALQUER EMPECILIO QUE VINHESE A CALHAR SOBRE ELES E ESSA REVOLUÇÃO ,ACONTECEU PELOS JOVENS ARABIANOS QUE QUEREM UM FUTURO MELHOR.
    4- EM BUSCA DE INFORMAÇÕES PARA A JUSTIÇA, TODOS ELES QUEREM JUSTIÇA, OUTROS QUEREM IR PARA OUTROS PAÍSES, OUTROS QUEREM LUTAR CONTRA AQUELES ARABIANOS QUE NÃO FORAM A FAVOR DA REVOLUÇÃO E OUTROS ENCONTRAM A REDE SOCIAL DE COMUNICAÇÃO PARA QUE ELES POSSAM SE EXPRESSAR O QUE SABEM OU SENTEM,NÃO ME LEMBRO SE NAQUELE TEMPO EXISTIA AS "CYBER COFES" ,MAS EXISTINDO OU NÃO SEMPRE DAVAM UM JEITO DE CONSEQUIR O QUE QUERIAM.
    5-HJ DEPOIS DA "REVOLUÇÃO DA DIGNIDADE" O PAÍS É LIVRE PARA FAZER O QUE QUER, VOTAR EM QUEM QUIZER ENFIM, NÃO HÁ MAS PODER QUE MANDE INDIVIDUALMENTE SOBRE A CABEÇA DE CADA UM, E POR INCRIVEL QUE PAREÇA DAQUI A 6 MESSES TERÁ UMA ELEIÇÃO E ELES PODERAM ESCOLHER O SEU PRESIDENTE OU OUTRO CANDIDATO.
    6- ACONTECE UMA MUDANÇA RADICAL E PASSAM AS SE EXPRESSAR NA REDE SOCIAL DE COMUNICAÇÃO ATRAVÉS DO "FACEBOOK" , SE EU NÃO ME ENGANO ELES FORAM QUEM CRIARAM , E FOI ATRÁVES DESSA CRIAÇAÕ QUE SURGIU O ORKUT,O MSN E ETC...

    CONCLUSÃO PESSOAL.
    TODOS NÓS DEVEMOS LUTAR PELO O QUE QUERMOS E O QUE VAMOS FAZER ,POR QUE NINGUEM VAI FICAR OPRIMIDO POR ALGO , E SIM VAI SE EXPRESSAR.


    PROFESSOR LINDBERG POR FAVOR ENTRE NO MEU BLOG E SEJA UM SEQUIDOR O LINK É:

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    ELE LÁ DIZ COMO AUMENTAR O FUNCIONAMENTO DO PC.


    ALUNO:LUIZ FELIPE ALVES COSTA
    TURMA:9º ANO "A"
    DATA: 20 DE FEVEREIRO DE 2011

    MUITO OBRIGADO

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  11. esses acontecimentos arabes, estão chamando a ate~ção de muita gente, por conta das realizações que eles estam fazendo, e agora que os arabes estão caindo na real e vendo como é a realidade de hoje em dia!

    Isabela Barbosa 9° "B"

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  12. O Mundo árabe,que atualmente passa por um complicado momento de transição,está sendo o reflexo da busca pelos mais importantes fatores sociais de igualdade e liberdade que,são fundamentais para a construção de novos governos.

    MARIA WILYANNA (3ºANO)

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  13. O Fator do acontecimento que estar ocorrendo no mundo árabe e só uma prova que o povo árabe estar visando um novo mundo deixando assim para trás aquele mundo que so trazia alienação e dificuldades para os árabes e assim entrando e um momento de transição.

    "É Graça divina começar bem. Graça maior persistir na caminhada certa.Mas as graças das graças e não desistir nunca"

    IcArO aRaUjO |§|3ºAnO|§|

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  14. essas guerras que acontecem no mundo árabe são só mini guerras(guerras secundárias); em relação a 1ª e a 2ª guerra mundias.
    é cerot que isso pode abalar o mundo, mas em pleno século XXI esse "coitados" iram continuar com um líder que mandam nele a sei lá 30 anos.
    isso já deveria ter acabado lá em 1917 não era nem pra ter acontecido a 1ª guerra, pois nós somos cidadão iguais a esse líders de meia tigela, temos os mesmos direitos, DEUS criou o homem com igualdade e não separando quem é negro de quem é branco, quem é rico de quem é pobre, pensamentos iguais aos desses escritores eram pra milhares de pessoas pensarem iguais a eles.
    não é por que é do outro lado do mundo que devemos cruzar os braços o povo brasileiro ja enfrentou, vários morreram tentanda ganhar algum direito para nós eles tão fazendo o que é certo.
    JUAN PORFÍRIO 9º ANO "a"

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  15. a revolta árabe foi por motivos econômicos ou seja a população árabe acordou pra realidade depois que seu presidente tomou conta de lá por 30 anos.por naum ter gostado de seu mandato dentre esses anos de poder.essa revolta é bem parecida com a da russia que tinha o mesmo objetivo tirar o presidente do poder

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  16. O texto relatado acima está citando todo o acontecimento que está acontecendo tanto no Egito e em outros paises do continente africano.
    No mundo Arabe, não vamos dizer que é uma guerra mais sim uma "expulsão" ou seja, os adolescente querem que o lider que comanda o mundo arabe respectivamente 35 a 38 anos, saia do poder.

    podemos dizer que: "Os povos arabes começaram esse movimento pois estão necessitando de liberdade" Igualdade para todos


    Bruno Gonçalves 9º Ano A

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  17. Bem,os povos arabes,tem o direito de escolher o que querem para eles próprios,não é justo permanecerem com um líder que não faz realmente o "bem" pelo povo,e já não é mais como nos séculos atras que a liberdade de expressão era proibida.Hoje em dia todos os povos merecem ter sua própria liberdade...e sempre mereceram desde o Czar.

    Aluna : Maria Layanne
    9ºano "B"

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  18. O povo da Libia e de outros paises podem fazer protestos contra o presidente e ter liberdade de expreção não com os Rússos que quando chegaram a o palacio foram fuzilados pela guarda de Czar.

    Aluno: Vinicius Alves da Silva
    9°ano"B"

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  19. Que hoje o mundo árabe apessar de ter passado pro muitas dificuldades hoje e um pais livre. Muito interessantes os textos adorei!!!



    aluna: Anny Elizabete Ferreira da Silva 9 ANO "B"

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  20. Este comentário foi removido pelo autor.

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  21. O que aconteceu no Árabe foi um movimento dos revoltosos contra o governo, onde queriam mudar o poder, só que na Revolução russa foi um movimento mais aprofundado, onde aconteceram mais tragédias, na Líbia por exemplo esta perto de se tornar uma revolução, pois até os que estavam no poder estão se revoltando e se juntando com o 'povo'.

    Aluna: Rayane Arruda 9º"B"

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  22. Esses escritores estão falando tudo oque aconteceu e que esta acontecendo no Egito e em outros países do continente americano. Cada um desses escritores mostram o seu ponto de vista sobre a revolta em curso no mundo árabe, essa revolta foi feita porque os adolescentes estão querendo que o líder que coordena o mundo árabe que poderá ficar no poder ate 30 anos saia . E podemos dizer também que esse povo queria liberdade igualmente para todos.


    Aluna : Ellen Marcella Freire Padilha 9º “B”

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  23. O que ta acontecendo no Egito é ua revolta porque a população que tirar o ditador, que a trinta anos no poder fica recebendo dinheiro dos norte americanos para a area militar. Muitas pessoa já foram feridas, presas e até mortas durante essa revolta.Mais comparada a Revolução Russa o que está acontecendo não é nada muito grave, pois a revolução russa ocorreu por mais fatores e foi com mais intensidade.

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  24. O que está acontecendo no mundo Árabe é um pouco parecida com a Revolução Russa, a diferença é que o povo Árabe quer liberdade pois seu presidente já comandava por muito tempo e na Revolução Russa o problema era pouca economia.

    AlUna: Thamires Amorim 9º "A"

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  25. Foi praticamente 1 mês de conflito na cidade do Cairo , localizado no Egito. O protesto feito pelo povo do Cairo era pela saída imediata do ex-ditador Mubarak que há 30 anos estava no poder , no país foi proibido imediatamente os uso da Internet e principalmente das redes sócias , juntamente como outros serviços (Telefones, Celulares e SMS). A greve continuo e o povo pedia a saída de MUBARAK desde então a população egípcia decidiu fazer uma greve geral no país por tempo indeterminado . Após muitos protesto o ex-ditador mubarak deixa a capital do Cairo e faz um pronunciamento anunciando a sua renúncia e a população egípcia festeja nas ruas . Na revolução russa a população não obteve muita liberdade comparando com o que a população do Egito teve

    Aluno:João Victor Correia 9º 'A'

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